sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Aurora fotografado do telemóvel

Nem sempre a máquina fotográfica está por perto... É claro que a melhor imagem ficou na memória, com o sol, já meio amarelado, a "bater" no casco do Aurora. Estava lindo. Um paquete moderno mas de linhas elegantes... coisa rara. Mas graças às novas tecnologias, a câmara do telemóvel, lá captei esta imagem que quis partilhar no blogue. O Aurora , da P&O Cruises, está a fazer um cruzeiro às Caraíbas, tendo feito escala no Funchal procedente de Southampton e com destino a Antigua.

5 comentários:

João Abreu disse...

Esta ficou original. Valem a luz e paisagem da fotografia. Muito bom!
É verdade linhas elegantes, que mantenha, ao contrário do ORIANA mais uma vítima da gula pelo dinheiro e globalização americana que sofre o sector. Fiquei com muita pena...

Abraço!

Ricardo disse...

Como te compreendo Luís! Ainda hoje guardei na memória o Western Trident saindo de Lisboa...nem sempre os conseguimos apanhar como queríamos ou gostávamos, ficam apenas na memória, as imagens.

Abraço

Ricardo

Luís Filipe Jardim disse...

A nossa memória é a nossa melhor máquina fotográfica. A fotografia ajuda a recordar e a partilhar. Os entusiastas de navios sabem disso... Quanto ao Oriana, que seja o mais poupado possivel desse "lucro desenfreado". Veremos... Os tempos são de muitas mudanças... Abraços

VMF disse...

Olá amigos
Imagem surpreendente, quanto ao ORIANA estamos todos sentidos e sofridos mais uma vez, e infelizmente a História nestes casos obriga-nos a ser prudentes, não espero por isso grandes coisas desta modernização do navio. Quanto ao "lucro desenfreado" é uma tristeza constatar que os valores que fomos obrigados a apreciar e defender, tais como, conhecimento, inteligência, cultura e tantos outros passaram por agora para segundo plano, embora eu esteja convicto que temporáriamente, já imaginaram crescer num mundo onde só o dinheiro conta....

Um abraço

Luís Filipe Jardim disse...

É verdade... um mundo "tio patinhas"! Essa figura da Disney que revelava que afinal o dinheiro não trazia felicidade e humor... Vamos esperar e construir novos tempos. Atravessamos o que pode já ser considerado uma crise, também, civilizacional. Um abraço